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Um homem nunca deve sentir vergonha de admitir que errou, o que é apenas dizer, noutros termos, que hoje ele é mais inteligente do que era ontem.

(Alexander Pope)

 

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22/07/2018

  • Requião Senador.

    Bastidores do Poder - Definido, Requião é candidato a reeleição para o Senado da República.

    disse hoje, 21, no início da Convenção do MDB do Paraná que a sua recandidatura ao Senado é uma “hipótese concreta.” Ou seja, é candidato a senador e não se fala mais em outras hipóteses. Quanto ao governo, o MDB vai esperar até o dia 4 de agosto, data da convenção do PDT, para definir a coligação com Osmar Dias. Requião quer aliança completa, incluindo as candidaturas proporcionais (deputado estadual e deputado federal). Se não houver coligação, o MDB lançará o deputado João Arruda candidato a governador.

    “Nesta convenção, vamos discutir o esboço de uma chapa de candidatos a deputado e delegar para a executiva estadual o poder de decidir os caminhos do partido nas eleições nos próximos 14 dias. A executiva vai discutir as nossas propostas para o governo e a coligação como PDT de Osmar Dias. Hoje a minha candidatura ao Senado é uma hipótese concreta. Eu prefiro continuar o trabalho que faço como senador”, disse ele.

    Fonte: Fábio Campana

 

22/07/2018

 

22/07/2018

 

22/07/2018

  • Disputa para o Governo do Paraná.

    Bastidores do Poder - Definitivo. Não há aliança entre Cida Borghetti e Beto Richa

    Quem prestou atenção à convenção conjunta de hoje do PROS e do PMB (foto), ambos da base de apoio à reeleição da governadora Cida Borghetti, do PP, percebeu que Beto Richa já não faz parte da chapa de coligação comandada pela governadora. Essa convenção de hoje que é prévia e parte da convenção que consolidará o nome de Cida como candidata de outros partidos, como o PP, o DEM e PSB, não pronunciou o nome de Beto Richa. Foram confirmadas apenas as candidaturas de Cida Borghetti para o governo e Alex Canziani para o Senado.

    Dois fatores aceleraram o rompimento definitivo do PSDB de Beto Richa e a frente política que apoia Cida. O primeiro foi a insistência de Richa em ver Canziani fora da chapa, uma forma que lhe daria todo o tempo de televisão da campanha do Senado. Condição considerada inaceitável.

    O segundo fator foi um acontecimento paralelo à convenção do PROS e PMB. No mesmo momento em que Cida Borghetti discursava como candidata ao governo, uma chusma considerável de tucanos participava da convenção de Ratinho Jr, do PSD. O deputado Ademar Traiano, presidente da Assembleia e principal condutor do tucanato no Paraná, lá estava a saudar o adversário de Cida, Ratinho Jr.

    Foi demais para a governadora, que já reclamava de tucanos a fazer campanha adversária em todo o interior. Deu no que deu. Não tem mais aliança Cida e Beto Richa. De um lado Cida e Alex Canziani, de outro, correndo avulso e isolado, Beto Richa, que não teve guarida oficial em nenhuma das campanhas. Nem Ratinho Jr, do PSD, nem Osmar Dias, do PDT, admitiram sequer negociar uma composição com Beto Richa. E se estendermos a avaliação, nenhum de todos os demais pequenos partidos quis aceitar dobrada com o ex-governador.

 

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