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14/04/2018

  • Ação contra Impunidade.

    Plantão Os Cobras da Notícia - Familiares e amigos fazem ato em memória de estudante morto por PM

    Foi um dia de tristeza, mas também de celebração. Gabriel Sartori, morto por um policial militar em junho do ano passado, faria 18 anos neste domingo (15). Os parentes e amigos se reuniram na frente do colégio onde ele foi assassinado e relembraram bons momentos da vida Gabriel. 

    A mãe dele, Cristiane Sartori, conta que o sonho do rapaz era servir o exército, mas acabou sendo morto por um militar. "A gente tinha tanto sonho. Era a carteira de motorista que a gente já estava correndo atrás. O sonho dele era servir o exército". 

    O tiro que matou Gabriel foi disparado pelo policial militar Bruno Carnelos zangirolani, que atuava como caseiro do colégio Maria José Balzanelo Aguilera, no jardim Cafezal, zona sul. Ele responde pelo crime de homicídio com dolo eventual, quando alguém assume o risco de matar, além de um processo interno aberto pela PM.

    "O que eu ainda acho muito injusto é ele estar lá na Corporação, ele (o policial militar que efetuou o disparo) estar trabalhando. Porque não foi um assassinato qualquer. O que eu mais desejo nesse momento é que realmente ele esteja fora da Corporação e Corporação está muito lenta em julgar ele" afirmou Cristiane. 

    O militar ficou preso por poucas horas no dia do crime. Por meio de uma decisão judicial, conseguiu a soltura e hoje responde em liberdade. Para o Conselho dos Direitos Humanos (CDH), que acompanhou o protesto, é preciso haver a punição adequada aos agentes públicos que cometem esse tipo de crime.

    "Estranho o agente de segurança pública que é pago pelo estado para cumprir a função de proteger o cidadão acaba mantando um menino menor de idade. Acho um despreparo, é uma falta de competência por parte dos gestores do serviço de segurança pública", avaliou Carlos Henrique Santana, representante do CDH. 

    No momento do crime, Gabriel estava com dois amigos perto do muro da escola, quando foi abordado pelo policial militar. Após os disparos, ele tentou correr, mas ficou caído no chão.  "Dói demais, eu acho que vai demorar muito tempo para minha vida voltar a pelo menos parecer normal", lamentou a mãe da vítima. 

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