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10/10/2018

  • Dinheiro bloqueado

    Obra polêmica - Justiça determina bloqueio de repasses do Governo para construtora por falta de pagamento de trabalhadores

     

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    Bloqueio de dinheiro 

    Escola de Cornélio Procópio teve as obras suspensas por conta da Operação Quadro Negro e dívidas com operários pode chegar a quase R$ 300 mil.

     

    A obra é uma das citadas na Operação Quadro Negro, que investiga o desvio de recursos públicos na construção e reformas de escolas em todo o estado. No total, as fraudes podem passar dos R$ 20 milhões. O advogado do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Roberto Custódio, diz que a Nakazima, construtora de Santa Catarina, responsável pela obra, não paga os salários dos operários há dois meses.

    O advogado afirma ainda que a justiça decidiu bloquear um repasse de R$ 400 mil do Governo do Estado para a construtora. Tudo indica, segundo Custódio, que a empresa abandonou a obra da escola William Madi.

    O advogado diz que já pediu ao juiz a liberação imediata dos salários atrasados e do Fundo de Garantia e que, pelos cálculos iniciais, o valor total da dívida com os funcionários é de mais de R$ 260 mil.

    A obra da escola era tocada por outra empresa, mas foi paralisada com a Operação Quadro Negro e tinha apenas 21% do total executado. O custo total previsto em contrato é de mais de R$ 4 milhões. A retomada foi há seis meses já pela Nakazima.

    Segundo Jorge Custódio, a construtora tem obras ainda em Londrina e outras cidades do estado.

    De acordo com o advogado do sindicato, além dos trabalhadores, a empresa tem dívidas também com fornecedores da região. Fizemos contato com a sede da construtora Nakazima, em Florianópolis, mas ninguém atendeu as ligações.

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