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08/11/2018

  • Promotor não acredita em tentativa de estupro.

    Plantão de Polícia - Promotor não acredita que Daniel tentou estuprar Cristiana e diz que crime não foi passional Para ele, o principal indício que corrobora o fato é o nível de teor alcoólico encontrado no sangue do jogador.

    Fonte: Banda B

    Prtomotor afirma que não acredita, que o jogador Daniel tentou estuprar Cristina.

    O promotor do Ministério Público do Paraná (MPPR), Milton José, visitou mais uma vez a Delegacia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, nesta quarta-feira (7). Ele acompanha as investigações da morte do jogador de futebol Daniel Corrêa Freitas, de 24 anos, que aconteceu na manhã do último dia 27 de outubro na Colônia Mergulhão.

    Em entrevista coletiva, José concordou com a polícia e afirmou que não acredita que a vítima tentou violentar Cristiana Brittes, a mulher do empresário que confessou o assassinato, Edison Brittes. Para ele, o principal indício disso é o nível de teor alcoólico encontrado no sangue do jogador, de 13,4 dg/L, valor considerado muito alto.

    “Absolutamente não, isso é impossível. Eu não acredito no estupro pelo teor alcoólico que o rapaz se encontrava, pela personalidade dele e pela própria circunstância no local. Eu acho humanamente impossível… Principalmente pela questão da bebida. Eu não consigo lembrar de nenhum processo em que trabalhei, mesmo em casos de acidente, em que alguém tinha tanto álcool no sangue”, disse o promotor.

    Ainda para José, outro fato se revelou importante ao longo do trabalho da polícia: ele não acredita em um crime passional, “movido pela paixão”, já que foi cometido por mais de uma pessoa. “Eu não tenho relatos de instigação por parte do empresário, mas posso dizer que foram atos praticados em consenso, eles sabiam exatamente o que estavam fazendo. Se eu entendo que todo mundo que agrediu o Daniel agiu de forma passional, então tenho que considerar que todos tinham ciúme da Cristiana, o que não é verdade”, completou.

    A partir desta constatação, o promotor afirmou que é preciso apurar o exato motivo do crime, que não foi apenas “um ódio puro e simples ou uma situação que saiu do controle”. “Poucos casos como esse me saltaram aos olhos pela crueldade, eu acho que nada justifica o sadismo e a violência cometidos nesse crime”.

    A casa

    Daniel foi morto depois de participar da festa de aniversário de Allana Brittes, filha de Edison e Cristiana, na casa dela, na manhã do dia 27. Nesta terça (6), o promotor visitou a residência, localizada no Jardim Cristal, em São José dos Pinhais. Para ele, o modo como os ambientes são distribuídos mostra que, se Cristiana tivesse gritado, todo mundo ouviria. Quatro testemunhas, no entanto, negam terem escutado pedidos de socorro por parte dela.

    “Qualquer grito seria perfeitamente possível de ouvir, porque tudo acontecia muito próximo. Todo mundo que estava ali tinha plena convicção do que acontecia. O local onde eles estavam na festa era bem perto do quarto, tanto é que a porta do quarto dá direto na sala. Era impossível ocorrer algo que fuja da normalidade sem que as pessoas tivessem conhecimento”, afirmou.

    O trajeto

    O trajeto entre a residência e o local onde Daniel teria sido morto e desovado também impressionou o promotor. “Nós levamos mais de 20 minutos para fazer esse caminho de carro, já sabendo exatamente qual era o percurso. Isso que os suspeitos foram por uma rota maior, partindo do princípio de que estavam procurando por um lugar para cometer o crime. A não ser que o Edison conhecesse muito bem a região”.

    De acordo com o promotor, a escolha do local foi bem pensada, já que era muito ermo e não havia nenhuma possibilidade de socorro. “Durante o trajeto, que é bem longo, eles tiveram todo o tempo do mundo para pensar no que fariam. Pelos indícios e depoimentos, acreditamos que o rapaz foi colocado ainda vivo no veículo, já que há muito sangue esguichado na plantação de pinos”, concluiu.

    Além de Edison, Cristiana e Allana, que já estão detidos, a Justiça decretou hoje a prisão de mais três envolvidos na morte do jogador. Até o momento, o primo de Cristiana, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, de 19 anos, foi o único detido. Os outros dois jovens que tiveram prisão preventiva decretada são David Willian Villero Silva, de 18 anos, e Igor King, de 20.

Cometários

Postagem em questão: “Plantão de Polícia - Promotor não acredita que Daniel tentou estuprar Cristiana e diz que crime não foi passional Para ele, o principal indício que corrobora o fato é o nível de teor alcoólico encontrado no sangue do jogador.”

 

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