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Permanecer com raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de atirá-lo em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima.

(Buda)

 

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13/09/2018

  • Investigação

    Investigação - A verdade sobre o atentado a Bolsonaro

     

    Ricardo Noblat,

    Ele treinou tiro ao alvo em um clube paulista, frequentado por filhos de Bolsonaro; pagou adiantada sua hospedagem por 15 dias em uma pensão de Juiz de Fora; tinha um laptop novo; usou computadores de uma lan house por mais de uma semana antes de dar a facada no candidato

    Quem tenta assassinar um candidato a presidente da República, da forma como o fez o ex-pedreiro Adélio Bispo de Oliveira em Juiz de Fora, é um louco, mentalmente desequilibrado a julgar pelas mensagens confusas que costumava postar em sua página no Facebook, à procura de fama instantânea.
    Mas pode também não ser só isso. O agressor do deputado Jair Bolsonaro (PSL) pode ter estado a serviço de quem desejava tirar Bolsonaro do páreo presidencial ou simplesmente implodir o processo eleitoral brasileiro, sabe-se lá por que e com qual objetivo. É o que precisa e deve ser investigado também.

    A princípio, dava-se como certo que Bispo agira por sua própria conta e risco, sem ajuda de ninguém. O ministro Raul Jungmann, da Segurança Pública, até falou em ação de “um lobo solitário”. Mas surgiram evidências para reforçar a suspeita de que Bispo obedeceu a ordens de um desconhecido, ou de mais de um.

    Bispo treinou tiro ao alvo em um clube paulista, frequentado por filhos de Bolsonaro. Bispo pagou adiantada sua hospedagem por 15 dias em uma pensão de Juiz de Fora. Bispo tinha um laptop novo. Bispo usou computadores de uma lan house por mais de uma semana antes de dar a facada no candidato.

    E aqui vem a parte mais interessante da história: o sujeito que passara por 12 empregos em sete anos e estava desempregado, possuía um cartão de crédito internacional do Itaú, dois cartões da Caixa Econômica Federal (um de conta corrente e outro de conta poupança), além de extratos dos dois bancos em nome dele.

    A quem interessava matar ou apenas ferir Bolsonaro – e por quê? O que esperava ganhar com isso? A mesma pergunta espera há seis meses uma resposta que esclareça de uma vez por todas o assassinato no centro do Rio da vereadora Marielle Franco (PSOL).

    (Foto: Reprodução)

13/09/2018

  • Justiça nega liberdade para Beto Richa.

    Política - STJ nega habeas corpus de Richa

     

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    Justiça nega liberada para Beto e Fernanda Richa.

    A ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou habeas corpus de Fernanda e Beto Richa presos desde terça-feira. A justificativa para negativa ainda não foi divulgada.
    Antes do pedido chegar ao STJ, foi feita uma tentativa no Tribunal de Justiça do Paraná, o desembargador Laertes Ferreira Gomes também negou, a afirmar que a decisão de prender Richa está “fundamentada em elementos concretos extraídos do contexto fático-probatório”. A prisão temporária é imprescindível para as investigações porque se trata de um “complexo esquema criminoso a envolver ex-agentes públicos que ocuparam cargos políticos de alta importância no Estado do Paraná, com ampla potencialidade de influenciar a colheita de provas e deturpar a investigação criminal”.

13/09/2018

  • Crime bárbaro

    Crime Bárbaro - Empresário é preso suspeito de estrangular mulher até a morte em motel de Mandaguari

    Fonte: Tarobá Londrina.

    O autor do crime disse que marcou um programa com a vítima pela internet (Foto: reprodução/Facebook)

    A Polícia Civil de Mandaguari prendeu um empresário suspeito de matar Luana Rosa Alves de 30 anos de idade. O corpo dela foi encontrado na Estrada Promessa, em uma região rural da cidade. 

    Segundo a Polícia, o homem confessou ter assassinado a mulher. Ele afirmou que marcou um programa com ela pela internet. Eles se encontraram em um motel na cidade de Sarandi, onde os dois discutiram. O empresário relatou que a mulher passou a chantageá-lo, pedindo dinheiro e ameaçando revelar a relação dos dois para a família dele. 

    O autor do crime teria dado um soco em Luana, que fraturou o nariz. Ainda no motel, ele estrangulou a vítima até a morte. Imagens de segurança do motel obtidas pela Polícia mostram o homem deixando o local sozinho, em um carro com manchas de sangue. 

    O homem, identificado como Paulo Roberto de Almeida de 29 anos, deverá responder for feminicídio. A vítima deixou três filhos pequenos. 

    (Fonte: Plantão Maringá)

13/09/2018

  • Estado Grave.

    Flávio Bolsonaro diz que o quadro de saúde do pai é “muito grave” Candidato a presidente passou por cirurgia de emergência na noite desta quarta-feira (12)

    Fonte: Banda B

    (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

    O deputado estadual, que concorre nestas eleições a uma vaga no Senado, relatou que Bolsonaro passou a quarta-feira (12) com queixas de mal-estar, náuseas e soluços, por isso os médicos o submeteram a novos exames e depois decidiram pela realização da cirurgia, na noite de ontem.

    Evangélico, Flávio Bolsonaro pediu que continuem as orações por seu pai. “Praticamente tiveram de abri-lo de novo. Óbvio que ele não está naquela mesma situação de chegar quase morto ao hospital”.

    Ele também aproveitou a entrevista para elogiar a equipe de profissionais responsável pelo tratamento do candidado à Presidência.

    Boletim

    Na manhã de hoje o Hospital Albert Einstein divulgou boletim médico informando que Bolsonaro voltou a ser admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde evolui bem após passar por nova cirurgia.

    O candidato tinha recebido alta da UTI na última terça-feira (11), mas precisou passar por cirurgia de urgência na noite de ontem.

    Durante a quarta-feira, o candidato apresentou distensão abdominal progressiva sugerindo o diagnóstico de obstrução intestinal – diagnóstico confirmado por tomografia computadorizada.

    Ele foi levado para cirurgia de urgência onde foram desfeitas as aderências do intestino e liberado o ponto de obstrução. Os médicos cuidaram também de um extravasamento de secreção intestinal em uma das suturas realizadas anteriormente para correção de ferimentos intestinais.

    De acordo com o boletim, esse tipo de complicação é mais frequente em incidentes como o de Bolsonaro do que em cirurgias programadas. Foi realizada limpeza abdominal, em um procedimento que durou duas horas.

    Histórico

    No último dia 6, em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro levou uma facada na região abdominal durante atividade de campanha nas ruas da cidade. Ele foi atendido pela Santa Casa de Juiz de Fora onde passou por cirurgia.

    Na sexta-feira (7), o candidato foi transferido para o Hospital Albert Einstein, a pedido da família.

13/09/2018

  • O Homem que delatou Beto Richa.

    Prisão de Beto Richa - Tony Garcia fala de esquema que levou Richa à prisão e estima desvios de R$ 500 milhões Entrevista do delator foi divulgada pelo Estadão. Garcia fez acordo com o MP para não ser preso

    Fonte: Banda B

    Tony Garcia é o delator do esquema que levou Richa à prisão – Foto: Divulgação

    Tony Garcia estima que o tucano tenha recebido ‘entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões’ em propinas e caixa 2 nas campanhas eleitorais. Na avaliação do delator, a corrupção se instalou no governo Beto Richa ‘tão idêntica quanto a do Lula, como do Sérgio Cabral’.

    “O PT tem pixuleco, e o PSDB tem tico-tico”, afirmou.

    ‘Tico-tico’ foi a expressão usada por Beto Richa em uma conversa gravada por Tony Garcia. Segundo os investigadores, o tucano estava se referindo a propina e comentou, na ligação grampeada, atraso nos repasses.

    O ex-governador foi preso terça, 11, pela Operação Radiopatrulha, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público do Paraná. Richa também é alvo da Operação Lava Jato, que fez buscas em sua residência no mesmo dia da prisão. A Lava Jato suspeita de ligação do ex-governador com recebimento de propinas da Odebrecht, que teria sido favorecida em contrato de duplicação da PR 323, no interior do Paraná.

    Na Operação Radiopatrulha também foram presos Fernanda Richa, mulher do tucano, Pepe Richa, irmão dele, e Deonilson Roldo, ex-chefe de gabinete do Estado, apontado como um fiel aliado de Beto Richa. As prisões estão relacionadas a investigações sobre supostos desvios de verbas no Programa Patrulha do Campo, para manutenção de estradas rurais entre 2012 e 2014.

    Segundo o inquérito, há indícios de direcionamento de licitação para beneficiar empresários e pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.

    Beto Richa foi deputado estadual no Paraná entre 1995 e 2001. Naquele ano, o tucano deixou o mandato ao se tornar vice-prefeito de Curitiba. Entre 2005 e 2010, Beto Richa foi prefeito da capital paranaense. No ano seguinte, assumiu o Governo do Estado, onde ficou até 6 de abril deste ano, quando renunciou para concorrer a uma cadeira no Senado.

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