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02/11/2018

  • Assassino acusa jogador de " Monstro Canalha "

    Plantão de Polícia - Em vídeo, marido chama Daniel de “canalha”; família diz que jogador não pode se defender Uma perícia foi feita na casa do empresário, onde supostamente teria acontecido a tentativa de estupro

    Fonte: Banda B

    Resultado de imagem para imagem, comerciante que matou o jogador daniel

    Comerciante assassino acusa jogador de " monstro, canalha "

    A defesa do homem que confessou ter matado o jogador Daniel Corrêa Freitas, de 25 anos, o comerciante Edison Brittes Junior, de 38 anos, divulgou um vídeo nesta quinta-feira (1), em que o suspeito diz que cometeu o crime para “defender a honra de todas as mulheres do Brasil”. Na gravação, editada pela defesa diante de uma parede com fundo neutro, Brittes chama o jogador de “monstro canalha”. O advogado que representa a família de Daniel, Nilton Ribeiro, diz que há muita precipitação no caso e afirmou que é preciso resgatar a dignidade da vítima, que não está aqui para se defender.

    No vídeo, o empresário declarou que precisou arrombar a porta do quarto onde Daniel supostamente estaria estuprando a mulher dele, Cristina Brittes, de 35 anos.

    “Fui até a porta e a mesma estava trancada pois ele tinha entrado no quarto, tirado a roupa e estava sobre a minha esposa na cama. O que fiz foi qualquer homem faria . Aquela mulher ali não era minha esposa, era todas a mulheres do Brasil. Quem está me assistindo pense que que podia ser a sua filha, a sua esposa, a sua mãe… e naquele momento era a minha esposa, a Cris, a mulher que sou casado há 20 anos, que sempre me amou e me respeitou . A mídia fala muita coisa, mas minha esposa nunca teve nada com o Daniel muito menos minha filha. Se eu fiz o que fiz pense e repense o que você faria pra manter a integridade de sua família, e ajudar uma mulher pequena e frágil. Foi quando tirei de cima da minha esposa, joguei no chão e evitei que ela fosse estuprada por este monstro canalha”, diz no vídeo o empresário.

    Dignidade da Vítima.

    O advogado da família do jogador, Nilton Ribeiro, afirmou que a versão declarada pela defesa foi precipitada. “Vejo que tudo está sendo tratado de forma muito precipitada e ressalto que a dignidade da vítima precisa ser resgatada. O Daniel não pode falar. Repudio estas declarações de estupro e esta investigação está ainda em andamento. Há muito ainda a fazer”, afirmou.

    O advogado disse que a família de Daniel espera por Justiça. “A família está muito abalada e não podia ser diferente, mas todos estão acreditando na polícia. A Promotoria de São José dos Pinhais é muito forte, assim como a Delegacia da cidade e tenho certeza que os responsáveis serão punidos”, completou.

    Daniel, morte cruel.

    Perícia na Casa

    Ainda, na noite desta quinta-feira, a perícia foi encaminhada para a casa do empresário, onde supostamente teria acontecido a tentativa de estupro e a luta corporal, para analisar a existência de qualquer vestígíos de sangue ou outras substâncias e dessa forma dar continuidade nas investigações.

    Mais três suspeitos

    Além do empresário, da esposa e da filha Allna, de 16 anos, que estão presos, a polícia procura por outros três suspeitos que teriam participado da morte do ex-jogador do Coritiba. De acordo com o delegado Amadeu Trevisan, da Delegacia de São José dos Pinhais, a polícia já sabe quem são essas três pessoas que entraram no carro com Brittes e Daniel,desacordado após ser espancado. Brittes diz que cometeu o crime sozinho.

    O delegado disse ainda que foi totalmente desproporcional a reação do marido à qualquer suposta atitude da vítima contra a mulher dele. “Mesmo que tenha havido uma tentativa de estupro, o que nós ainda não podemos confirmar, é preciso entender que a resposta foi um excesso da parte dele, ele jamais poderia ter agido desta forma”, disse Trevisam.

    Segundo as investigações, o jogador foi morto na manhã do último sábado (27). Na noite anterior, Daniel participou da festa de aniversário de Allana, em uma casa noturna de Curitiba. Trevisan contou que o jogador já era conhecido da jovem, já que participou da festa de 17 anos dela.

    O grupo de amigos decidiu continuar a celebração na residência dela, onde Daniel foi espancado antes de ser morto. “Nós acreditamos que houve o uso de bebida e até mesmo de outras substâncias. Mais pessoas participaram da agressão e, depois disso, a vítima foi colocada dentro do porta-malas do carro de Edison, torturada e desovada no local onde foi encontrada no sábado pela manhã”.

02/11/2018

  • Um Ladrão morreu, outro foi preso

    Plantão de Polícia - PM persegue suspeitos de roubo e um morre em confronto na BR-376 Crime aconteceu na BR-101 e seguiu sentido Curitiba

    Segurança

     Polícia mata assaltante na rodovia.

    Suspeitos pelo roubo de um caminhoneiro, dois homens trocaram tiros com a Polícia Militar no começo da tarde desta quinta-feira (1), em Guaratuba, no Litoral do Estado. O assalto teria acontecido na BR-101, na região de Garuva, no Norte de Santa Catarina, e foi uma equipe da cidade que iniciou a perseguição contra os suspeitos.

    O sargento Paulo Coelho, da PM de Santa Catarina, explicou à Banda B que os bandidos teriam pegado dinheiro da vítima e fugido em direção à Curitiba. “Na BR-376, a equipe alcançou os assaltantes e lá aconteceu o confronto. Um deles foi preso e o outro morreu no local”, explicou.

    Fonte: Banda B

02/11/2018

  • Namoro entre dois homens, acaba em tragédia.

    Plantão de Polícia - Rapaz mata namorado a facadas e comete suicídio logo em seguida no Cajuru O caso aconteceu na casa onde os dois moravam, na Rua Luiz Visinoni

    Fonte: Banda B

    Rapaz mata namorada a facadas, depois se mata no Paraná.

    Uma tragédia chocou os moradores do bairro Cajuru, em Curitiba, na tarde desta quinta-feira (1). Um jovem de 23 anos matou a facadas o namorado, de 18, e se enforcou em seguida. O caso aconteceu na casa onde os dois moravam, na Rua Luiz Visinoni.

    Segundo o delegado Osmar Feijó, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os vizinhos relataram que ouviram gritos e uma briga entre os dois. “Nós fomos acionados para atender a esse caso onde um companheiro acabou agredindo o outro com golpes de faca e, posteriormente, se enforcou com o cabo de uma televisão. Não há informações sobre o motivo da discussão entre os dois”, disse ele.

    De acordo com o delegado, após matar o companheiro, o rapaz mandou mensagem para familiares confessando o que tinha feito. “Os parentes então chamaram o Samu e nós fomos acionados depois. Nós acreditamos que o rapaz pode ter se arrependido e cometeu o suicídio. Havia muito sangue no local e os móveis estavam revirados, o que indica que houve uma briga. A vítima esfaqueada foi encontrada na cama, enquanto o outro envolvido estava na casa dos fundos, onde mora a mãe de um deles”.

    No local, a polícia recebeu a informação de que o autor do crime tomava remédios para depressão. “Ele estava em tratamento com antidepressivos, mas a família afirmou que nada indicava que ele faria algo assim, nem que tinha motivos para isso. Os vizinhos comentaram que ele e o namorado formavam um casal bem tranquilo”, completou o delegado.

    Feijó declarou que, a princípio, descarta a ação de uma terceira pessoa no caso, já que o próprio autor avisou familiares sobre o crime. Os celulares dos dois envolvidos e duas facas foram apreendidas para passar por perícia. O corpo dos jovens foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML).

02/11/2018

  • Crime bárbaro

    Plantão de Polícia - Testemunha contradiz versão de suspeito e diz que quarto estava trancado com envolvidos dentro O empresário que confessou o crime afirmou que precisou arrombar a porta do quarto para socorrer a mulher de um suposto estupro

    Fonte: Banda B

    Daniel foi assassinado no último sábado, 27 de outubro 2018

    Um dia após prestar depoimento à polícia, uma testemunha-chave do caso Daniel Corrêa de Freitas, de 24 anos, conversou com a imprensa nesta quinta-feira (1) no escritório do advogado dele em São Paulo. As declarações do rapaz, que não será identificado, contradizem pontos importantes da versão do suspeito, o empresário Edison Brittes Junior, 38, que se entregou nesta manhã na Delegacia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Além dele, também foram detidas a esposa, Cristina Brittes, 35, e a filha do casal, Allana Brittes, de 18.

    A testemunha disse que a porta do quarto estava trancada com todos os envolvidos no momento das agressões contra a vítima, enquanto Edison afirmou que precisou arrombá-la. Na ocasião, eles estavam na casa do suspeito para dar continuidade à festa de aniversário da filha dele, Allana, que começou em uma balada em Curitiba.

    Edison Brittes com a Mulher Cristina.

    “Nós ficamos lá, bebendo e comemorando mais, fazendo um ‘after’ da festa. Passou um tempo e o jogador sumiu do lugar e eu não sei, por qual motivo, o pai dela [Allana] e outro menino entraram lá onde ele estava. A partir daí não acompanhei mais os fatos. Uns 10, 15 minutos depois, ouvi muita gritaria de alguém pedindo socorro, para que não acontecesse uma tragédia”, relatou a testemunha.

    O rapaz foi então até o quarto, de onde vinham os gritos.”Eu tive que ir pelo lado de fora, porque a porta estava trancada. Eu saí e fui pela janela, foi aí que avistei o que estava acontecendo. O jogador estava sendo enforcado, apanhando muito, muito, muito. De repente entraram mais dois para ajudar a bater nele. Depois veio mais um e, juntos, eles arrancaram o Daniel do quarto, bem machucado e debilitado. Jogaram o jovem para fora da garagem e continuaram espancando ele, falaram muitas coisas pesadas”, completou.

    A testemunha relatou que, em seguida, os agressores tiraram a cueca de Daniel, que ficou apenas de camiseta. “A partir daí, eu não vi mais nada. Entrei na residência desesperado, querendo ir embora e uma amiga estava chorando muito. No momento que eu tentei separar a briga, um rapaz me xingou e disse que, como eu não tinha ajudado, eu seria o próximo. Quando deixei a casa, uma amiga que estava do lado de fora viu o cara [o empresário] com uma faca. A gente só conseguiu ir embora de lá depois que eles pegaram o carro e saíram”.

    Versão do suspeito

    À polícia, Edison Brittes dá conta de que, durante a festa que acontecia na casa dele, a esposa, Cristina, começou a gritar por socorro e ele saiu correndo, em direção ao quarto onde ela estava. Ele teria arrombado a porta e visto Daniel sobre ela, de cueca, tentando manter relações sexuais.

    O delegado Amadeu Trevisan esclareceu, no entanto, que até o momento, não é possível confirmar essa informação. “Nós nem sabemos ainda se houve, de fato, relação sexual entre os dois. O que temos é uma foto que o jogador mandou para um amigo pelo WhatsApp ao lado de Cristina, enquanto ela dormia. Isso indica que a vítima foi imatura em ter tomado esse tipo de atitude. Mesmo assim, ainda ressaltamos que a reação do Edison foi desproporcional. Não havia necessidade de tamanha crueldade. Daniel foi torturado, teve o pescoço cortado e o órgão genital arrancado”, completou.

    O crime

    Segundo as investigações, o jogador foi morto na manhã do último sábado (27). Na noite anterior, Daniel participou da festa de aniversário de Allana na casa noturna. O delegado contou que o jogador já era conhecido da jovem, já que participou da festa de 17 anos dela.

    O corpo da vítima foi encontrado em uma plantação de pinos na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais. Ele estava completamente nu, com ferimentos profundos no pescoço causados por faca e sem o pênis, que foi decepado. O órgão foi localizado no galho de uma árvore.

    Família do jogador

    Banda B entrou em contato com a família do jogador nesta quinta-feira. A informação é de que, neste momento, ninguém vai se manifestar.

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