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Quando você se ofender com as faltas de alguém, vire-se e estude os seus próprios defeitos. Cuidando deles, você esquecerá a sua raiva e aprenderá a viver sensatamente.

(Epiteto)

 

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Estatísticas

07/11/2018

  • 06 presos, Advogados e empresários.

    Plantão de Polícia - ntre advogados e empresários, seis são presos por fraude milionária na Receita Federal As fraudes somam, pelo menos, R$ 45 milhões, nos últimos cinco anos.

    06 presos, advogados e empresários

    Seis pessoas foram presas em uma ação em conjunto entre a Polícia Federal, a Receita Federal e o Ministério Público Federal, nesta terça-feira, em Curitiba. Conforme a RFB, a organização criminosa era composta por profissionais de contabilidade e advocacia, escritórios de consultoria e também servidores da unidade. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da Receita em Curitiba. As fraudes somam, pelo menos, R$ 45 milhões, nos últimos cinco anos.

    De acordo com a Polícia Federal, todos os alvos foram encontrados e os mandados de busca e apreensão foram todos cumpridos na manhã de ontem. Entre os levados pelos policiais, estão funcionários da Receita, advogados, contadores e empresários. Há servidores afastados das funções, confirmou a assessoria.

07/11/2018

  • Onça na lavanderia da casa

    Mundo animal - Onça-parda é encontrada na lavanderia de casa no interior do Paraná

     

    Tá no site: Publicado por: Redação no dia 6 de novembro de 2018 às 11:09 e atualizado em 6 de novembro de 2018 às 11:09.

    (Foto: Marilda Taffarel/UEM/Divulgação)

    Um morador da cidade de Xambrê, no noroeste do Paraná, encontrou uma onça-parda na área de serviço de sua residência nesta segunda-feira (5). O homem conseguiu pular o muro de sua residência e chamou a polícia ambiental.


    A história foi relatada nas redes sociais da Polícia Ambiental de Umuarama. Segundo o órgão,  “foi feita a contenção química do animal, o qual posteriormente passou por avaliação médica onde foi constatado estar em ótimas condições de saúde e estado selvagem”.

    A médica veterinária Marilda Taffarel acompanhou a equipe e fez algumas fotos do animal. O felino era uma fêmea de aproximadamente três anos e pesava 45kg.

    Depois dos exames, o animal levado para o Parque Nacional Ilha Grande, uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza.

07/11/2018

  • Assalto violento em Londrina.

    Plantão de Polícia - Assaltantes armados invadem residência e fazem refém na zona norte de Londrina

    Fonte: Tarobá

    Foto: divulgação

    Uma vítima de assalto à residência foi feita refém por três homens, dois deles armados com uma pistola, na madrugada desta quarta-feira (7). A ação foi registrada no conjunto Maria Cecília, zona norte de Londrina. 

    Segundo a Polícia Militar (PM), eles deram voz de assalto, levaram a vítima para o interior da casa, amarraram suas mãos e a trancaram em um quarto. Os assaltantes carregaram objetos de valor no Ford Fiesta da família, antes de fugir com o veículo.

    O carro tinha rastreador e a PM foi informada da localização. Os policiais encontraram o carro abandonado na rua Placedino de Castro e foi encaminhado à delegacia, de onde foi retirado pelo proprietário. 

07/11/2018

  • Família chocada.

    Sexo no Cemitério - Casal é surpreendido fazendo Sexo em cima do túmulo de Cemitério.

     

    Na cidade de Mandaguari uma família relatou um fato absurdo, ocorrido na tarde de domingo (04/11), no Cemitério Municipal Jardim da Paz.

    De acordo com as informações repassadas, a família recebeu a visita de um casal de Londrina, e foram até o Cemitério para prestar homenagem aos entes queridos sepultados no local.

    Quando entraram no Cemitério, por volta das 15h00, nas proximidades do muro que fica ao lado do Colégio Estadual Vera Cruz (CEVEC), se depararam com jovens tendo relações sexuais em cima de um túmulo.

    A família ficou chocada com a cena

07/11/2018

  • Mandado de Segurança.

    Política - Beto Richa, pode voltar para Cadeia.

     

    A procuradora-geral, Raquel Dodge, propôs mandado de segurança contra decisões do ministro Gilmar Mendes que revogaram prisões provisórias do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) e de outros investigados da Operação Radiopatrulha e de outras pessoas que pediram a extensão da medida. Concedidos de ofício, os habeas corpus foram analisados pelo ministro em decorrência de ter sido ele o relator da Arguição por Descumprimento de Preceitos Fundamentais (ADPF) 444, que resultou na proibição da condução coercitiva. Os pedidos da PGR são para que sejam cassadas as decisões já dadas tanto na ADPF 444 quanto na Reclamação 32.081, sejam restabelecidas as ordens de prisão e para que Gilmar fique impedido de analisar outros habeas que tenham como fundamento a ADPF. As informações são do Estadão.

     

    As informações foram divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria.

    A Radiopatrulha aponta Beto Richa como principal envolvido em suposto esquema de desvios de verbas públicas em contratos de manutenção de estradas rurais do Paraná. O tucano nega enfaticamente a prática de ilícitos.

    Beto Richa foi preso em setembro, por ordem da Justiça estadual do Paraná. Gilmar o soltou alguns dias depois.

    Raquel explica que, ao apresentar uma petição individual no âmbito da ADPF, Richa utilizou-se de ‘subterfúgios processuais para escolher o julgador do seu pedido de liberdade’.

    O ex-governador alegou que a medida, determinada em primeira instância, era, na verdade, condução coercitiva travestida de prisão temporária. Afirmando-se prevento para o feito, em 14 de setembro – três dias após a prisão –, Gilmar concedeu, de ofício, a liberdade ao tucano, bem como aos demais acusados da Rádiopatrulha.

    Na mesma oportunidade, o ministro determinou a revogação de outras prisões provisórias que viessem a ser decretadas com base nos mesmos fatos objeto da investigação. Em seguida, com base na decisão na ADPF, ele acatou pedido na Reclamação 32.081 e revogou outras prisões decretadas na Operação Integração II.

    Na decisão, o ministro reconheceu que ‘a legislação e a jurisprudência do STF’ não admitem a interposição de ADPF por pessoa física. Ele acrescentou, no entanto, que esse fato não impede a concessão, de ofício, de habeas, ainda que proposto por parte ilegítima, caso se esteja diante de segregação que configure evidente constrangimento ilegal, caso dos autos, conforme avaliação do ministro.

    Tanto a Procuradoria-Geral quanto o Ministério Público do Estado do Paraná recorreram da decisão.

    Em 5 de outubro, ao julgar os recursos, Gilmar manteve a decisão anterior – pela liberdade dos investigados –, afirmando tratar-se de ordens de prisões ‘ilegais e teratológicas’.

    Sobre o argumento apresentado por Raquel de que, a prevalecer a decisão, o ministro se tornaria revisor universal de todas as prisões provisórias determinadas no país, Gilmar Mendes, escreveu que eventuais pedidos que não tenham relação com o objeto dos autos e que não guardem indícios de ilegalidade ou teratologia não seriam acatados, sendo encaminhados para distribuição.

    Novo julgador
    Na petição, a PGR requer que o mandado de segurança seja distribuído ao ministro Luiz Fux, por prevenção. Fux foi escolhido para apreciar um outro mandado de segurança do Ministério Público do Paraná, também contra a decisão de Gilmar, favorável a Beto Richa.

    No mandado de segurança, a PGR detalhou o andamento dos recursos e das reclamações apresentadas no âmbito da ADPF 444 – desde o início de setembro – , e reafirma que, ao conceder HC de ofício a Beto Richa e a outros investigados, o ministro proferiu uma decisão teratológica e que viola o devido processo legal.

    “É que, em nova decisão, o ministro relator reforçou que, sempre que julgar estar diante de prisão eivada de ‘manifesta ilegalidade ou teratologia’, conhecerá de novos pedidos de liberdade ajuizados diretamente nos autos da ADPF 444, o que, na prática, equivale a permitir que tal autoridade julgadora escolha os casos que apreciará, sejam eles oriundos de qualquer parte do país”, pontua um trecho do documento.

    A Procuradoria acrescentou que a decisão impugnada não representa ato isolado de afronta ao devido processo legal e ao juiz natural, não se restringindo a macular, apenas, o procedimento no qual foi concedida a liberdade de Beto Richa.

    “Trata-se de decisão apoiada em fundamento aplicável a inúmeros e incontáveis outros casos, a rigor, a todas as prisões provisórias do país que, ao ver do ministro relator da ADPF 444, sejam manifestamente ilegais”, enfatizou, destacando que o ministro poderá ser o relator de todas elas, de modo que ‘a ofensa aos princípios do devido processo legal e do juiz natural, bem como às regras de distribuição de competência, pode ser reiterada e constante’.

    Ao explicar a violação ao devido processo legal, Raquel lembrou que uma das exigências para se respeitar esse princípio é a necessidade de assegurar que as decisões sejam proferidas por juízes independentes e imparciais, aspecto que remete ao juiz natural.

    Para a procuradora, a decisão, apontada como ato coator do ministro, fere os princípios, por permitir que uma parte – de forma arbitrária, escolha o relator da ADPF 444 para analisar sua prisão e que, este, escolha que casos quer julgar.

    “Esse entendimento dá azo à supressão de instâncias e desrespeita os ritos e procedimentos legais que preveem a competência por distribuição aleatória”, enfatizou.

    Supressão de instância

    No mandado de segurança, a PGR afirma que a decisão do relator da ADPF também afronta as regras procedimentais consolidadas em julgamentos recentes do STF, segundo as quais, a Corte só pode conceder um HC de ofício se a concessão fosse possível caso tivesse sido requerida pelo interessado.

    No caso concreto, conforme explica Raquel, os envolvidos (Beto Richa e outros investigados) não poderiam solicitar HC ao Supremo, uma vez que a ordem de prisão não partiu de autoridade diretamente sujeita à jurisdição do STF.

    Nesse contexto, ‘o acatamento do pedido configura supressão ilegal de instâncias’.

    Para Raquel, além de fragilizar o processo legal, a decisão que suspendeu ordem de prisão dada por um desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná, sem que tivesse sido apreciada pelo Superior Tribunal de Justiça, ‘causa insegurança jurídica’.

    “A sensação é de que, a qualquer momento, a sociedade pode ser surpreendida com decisões tomadas completamente fora do compasso procedimental previsto na ordem jurídica”, anotou. Ela completou que ‘o sentimento de insegurança jurídica é nefasto ao sistema de Justiça’.

    Por fim, a Procuradoria afirmou que ‘ainda que se considere que ministros do STF têm competência para conceder habeas corpus de ofício em atendimento a pedidos de liberdade submetidos diretamente à Suprema Corte’, é certo que tais pedidos devem ser distribuídos livremente aos integrantes da Corte e não direcionados a um ministro específico, como fez Beto Richa na petição.

     

    Fonte: Fábio Campana

07/11/2018

  • Procopense preso.

    Plantão de Polícia - Trabalhador Procopense é preso, acusado de tentar colocar fogo no corpo da Mulher.

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    Trabalhador tenta colocar fogo no corpo da ex Mulher.

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    Procopense acusado de tocar fogo no corpo da Mulher.

    CORNÉLIO PROCÓPIO: Às 22h20min a PM foi acionada na Santa Casa de Misericórdia onde no local foi informado que uma moradora da Rua São Luis havia sofrido queimaduras no corpo e que o autor seria seu ex-marido. A vítima que apresentava lesões relatou que ainda vive na mesma residência que o ex-companheiro e que este teria chegado ao local alcoolizado e bastante alterado e que teria jogado álcool em seu corpo e em seguida jogado um palito de fósforo. Diante do fato, a equipe PM deslocou até a residência da vítima onde o autor da lesão foi encontrado e encaminhado à Delegacia. Ressalta-se que ele se encontrava bastante tranqüilo e que alegou que a própria mulher teria se queimado.

07/11/2018

  • Tiros no carro da Prefeitura.

    Plantão de Polícia -Carro oficial de prefeitura da RMC é alvo de tiros; irmão do prefeito estava dentro Crime aconteceu na tarde desta terça-feira, no bairro Tranqueira

    Fonte: Banda B....Por Felipe Ribeiro e Djalma Malaquias em 06 de novembro, 2018 as 19h41.

    Secretário municipal de Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, Nereu Colodel teve o carro atingido por tiros na tarde desta terça-feira (6). Ele é irmão do prefeito da cidade, Gerson Colodel, e estava em trabalho quando um motociclista teria realizado os disparos contra o veículo oficial.

    Nereu ocupa a pasta de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente. Segundo a administração municipal, ele estava com um funcionário da secretaria quando os disparos foram feitos.

    Segundo a polícia, o crime aconteceu em uma localidade afastada do bairro Tranqueira. A PM realizou os primeiros atendimentos no local, mas nenhum suspeito foi encontrado.

    A Delegacia de Almirante Tamandaré investiga o caso.

07/11/2018

  • Morte Cruel.

    Morte do Jogador Daniel - Em depoimento, 4 testemunhas dizem que Cristiana não gritou e que porta não foi arrombada Segundo o delegado, a única pessoa que confirmou a tentativa de estupro até aqui foi Cristiana

    Fonte: Banda B....Por Felipe Ribeiro e Antônio Nascimento em 06 de novembro, 2018 as 19h14.

    Testemenhas afirmam na Polícia, que Comerciante asassino,Mulher e Filha mentiram nos depoimentos.

    Após ouvir quatro testemunhas que estavam na casa no momento do crime, a Delegacia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, não acredita que Cristiana Brittes, de 35 anos, tenha sido vítima de uma tentativa de estupro pelo jogador Daniel Correa Freitas, de 24. De acordo com o delegado Amadeu Trevisan, que concedeu entrevista coletiva no final da tarde desta terça-feira (6), os depoimentos seguem uma mesma linha e todas as testemunhas negam ter ouvido Cristiana pedindo ajuda durante o suposto abuso sexual.

    “As testemunhas estão esclarecendo o que aconteceu de fato, contrariando a versão apontada até aqui pelo acusado [Edison Brittes Júnior, de 38 anos]. A versão de tentativa de estupro está sendo desconfigurada, assim como o arrombamento no quarto”, disse Trevisan.

    Segundo o delegado, a única pessoa que confirmou a tentativa de estupro até aqui foi Cristiana. “Nós não temos nenhuma testemunha que confirme os gritos e ainda temos o laudo, que mostra que o Daniel estava completamente embriagado. Há uma fragilização no depoimento dela. Dificilmente ele conseguiria estuprá-la, então acredito que ele apenas estava tirando fotos para um grupo de amigos do WhatsApp e o Edison saiu de si ao ver o Daniel na cama. Foi um assassinato brutal, cruel e desproporcional para a situação”, afirmou.

    Cristiana prestou depoimento à polícia nesta segunda-feira (5). De acordo com o advogado Claudio Dalledone, Cristiana está “aterrorizada” com toda a situação. A defesa garante que ela foi vítima de tentativa de estupro, precedido de uma importunação sexual e imagens compartilhadas sem autorização.

    O exame de dosagem alcoólica realizado no corpo de Daniel, encontrado poucas horas após o crime, diz que o jogador estava com 13,4 dg/L de álcool no sangue, um nível bastante elevado. A polícia acredita que o crime tenha acontecido após Edison comprar uma garrafa de vodca e retornar para casa.

    Participação no crime

    Segundo Trevisan, as investigações apontam que pelo menos três homens, além de Edison, participaram do espancamento, mas o envolvimento de cada um ainda está sendo apurado. David Willian Villero Silva, de 18 anos, Igor King, de 20, e Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, de 19, são os investigados. As defesas de David e Igor admitem o espancamento, mas negam participação direta no assassinato.

    Os três, assim como Edison, Cristiana e a filha Allana Brittes devem ser indiciados por homicídio qualificado. A Polícia Civil não descarta pedir a conversão da prisão temporária da família Brittes em preventiva.

    Cristiana e Allana devem ser transferidas para a Penitenciária Feminina, já que seus depoimentos foram oficialmente colhidos pela investigação. O inquérito deve ser concluído até o fim de novembro, sendo prorrogável a pedido do delegado, e, então, encaminhado ao Ministério Público do Paraná (MPPR), que ficará responsável por oferecer a denúncia.

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